Gárgula

Ben Arieh

A cabeça pesada transborda deveres e afazeres.
Obediente, mas nem sempre alerta
Deixa atrás de si uma garota solitária,
e uma porta aberta.
Atento e esperto,
sentado no telhado do sobrado,

o gárgula saboreia e antevê
o que vai acontecer decerto...

Helio Jenné

2 comentários:

Nina Victor disse...

Que poema misterioso! Quase dá medo...
Bacanudo, Helinho.

Helio Jenné disse...

Bom que você gostou! Os gárgulas são de meter medo mesmo... figuras sinistras sentadas nos telhados... sei lá o que eles estáo fazendo ali, rs. Boa coisa não deve ser!
Beijão Nina!